quarta-feira, maio 06, 2009

Nietzsche encontra Deus



Friedrich Nietzsche (um alemão invocado do século XIX) decretou a morte de Deus e disse que o ateísmo existia nele como instinto.


Enfim, o bigodudo chutou o pau da barraca e atacou tudo aquilo que a sociedade da época - e a de hoje também - considerava virtude.


As relações humanas seriam norteadas por uma espécie de "briga pelo poder": você faz o bem com o objetivo de obter alguma vantagem sobre a pessoa que recebeu a ação.


Pode-se imaginar o quão popular o "menino mau da filosofia" foi em seu tempo. Ele mesmo teria dito: "Minhas idéias não são para agora... quem sabe em 200 anos?"


Mesmo sem acreditar em inspiração divina e coisas do gênero, o bigode de nós todos foi profético. Hoje em dia Nietzsche não só é compreendido (!) como aceito.


Hoje Deus é visto como um "ícone pop". Artistas criaram até mesmo a secretária eletrônica de Deus (clique na imagem ao lado para ler a notícia). Imagino a cena:
- Olá, aqui quem fala é Deus. No momento não estou - espero não Me demorar, a Minha última saída foi durante a idade média - deixe seu recado após a sétima trombeta.


No dia 25 de agosto de 1900 morre o ateu mais famoso da filosofia.


E se ele estivesse errado? O que aconteceu após a sua morte? Só podemos especular:





terça-feira, maio 05, 2009

Adorno e Ângela Bismarchi

Chega de coisas sérias. Ou melhor, quando surgir algo sério que tratemos com humor.
Amenidades:
O filósofo alemão Theodor Adorno elabora o conceito de Indústria Cultural, a saber: "a conversão da cultura em mercadoria. O conceito não se refere aos veículos (televisão, jornais, rádio...), mas ao uso dessas tecnologias por parte da classe dominante. A produção cultural e intelectual passa a ser guiada pela possibilidade de consumo mercadológico".
Beleza! Até aí eu entendi. Mas como o conceito de "indústria cultural" se aplica a isto:
Na super produção acima vemos a famosíssima (!) modelo-cantora-atriz-cobaiadebotoxsiliconeeafins Ângela Bismarchi exibindo uma de suas inúmeras "habilidades".
Como a Escola de Frankfurt veria esta "manifestação artística"?
Vamos por partes:
Banalização da idéia de arte graças à transformação desta em mercadoria? Confere!
O (mau) uso da tecnologia por parte da classe dominate (dondocas siliconadas)? Confere!!
Agora só queria que Adorno me explicasse uma coisa: Quem é o doido, sem noção, cafona, mequetrefe, cego, surdo, mudo e sifilítico que vai consumir um negócio desses????
Levanta do túmulo e me explica Adorno! Como diria um grande filósofo do mundo canibal: Uatá Réu????